
O poeta tem a tarefa de levar aquilo que é mortal e isolado à vida infinita, o acaso ao legítimo. Ele tem uma tarefa profética.
Tudo o que não é literatura me aborrece, e eu odeio até mesmo as conversações sobre literatura.
Um nada do nada que sou... Um simples soprar do vento, que tento a tempo entender o entendível. Ou o initendível. Não entendeu? Nem eu...
Nenhum comentário:
Postar um comentário